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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Paraiso Moda Bebê, um dos destaques do Paraná Business Colletion (PBC)

A marca, que representa a história de empreendedorismo de sua fundadora, é uma das responsáveis por transformar Terra Roxa na Capital Estadual da Moda Bebê. 

Diretor Comercial, Rafael Carvalho, e a colaboradora Luciane Domingues Pinto
          
                                         

     
Quem gosta de moda vai se deliciar com a programação desta semana. A Paraiso Moda Bebê, indústria de Terra Roxa, será um dos destaques da 7ª edição do Paraná Business Colletion (PBC), em Curitiba. A marca foi uma das convidadas a participar do Showroom de Negócios, que será realizado nos dias 07, 08 e 09 de novembro, na Fiep do Jardim Botânico.  
“Queremos convidar os lojistas que vendem produtos infantis, as mamães e profissionais de moda antenados de todo o país, para conhecerem as roupas de inverno da Paraiso. Para esta coleção, prometemos muitas novidades, tecidos exclusivos, uma linha que promete marcar e, ter continuidade em coleções futuras”, discorre a diretora de Criação, Daiane Rossato.
De acordo com o diretor Comercial, Rafael Carvalho, que acompanha as negociações na feira, a expectativa em relação ao evento é muito boa. “Esperemos encontrar clientes potenciais e, divulgar os nossos produtos que estão cada vez mais inovadores”, explana. 

Sobre a empresa

A Paraiso Moda Bebê, indústria de Terra Roxa – PR, é conhecida por ser uma das responsáveis pelas mudanças e, pelo fortalecimento da economia na cidade de sua sede. A diretora e fundadora da empresa, Celma de Assis Rossato, foi a pioneira no segmento, no município, que hoje é considerado a Capital Estadual da Moda Bebê.
A empresa conta hoje com mais de 800 colaboradores, o que tem garantido a produção anual de milhares de peças. Mensalmente, são feitas em torno de 140 mil referências.
A empresária começou a confeccionar incentivada pela gravidez de seu primeiro filho. Em pouco tempo, sua habilidade se transformaria em um grande negócio. Depois dela, outros moradores decidiram abrir indústrias, aumentando a geração de renda e movimentando a economia, que antes era praticamente toda dependente da agricultura. Na cidade são produzidas em torno de 9 milhões de peças, um trabalho que envolve 2.484 pessoas.